Estreia em Piraí do Sul o espetáculo “Curumim”, trazendo lendas indígenas


A cia. BuZum! se apresenta na cidades entre os dias 21 e 22 de maio, gratuitamente

 

Acontecerá em Piraí do Sul nos dias 21 e 22 desse mês um mini teatro de bonecos itinerante, o BuZum!, serão sete sessões com capacidade de até 50 pessoas por sessão que acontece dentro do ônibus, atendendo o Ensino Infantil e Fundamental.

O diferencial do BuZum! é que ele não é um teatro convencional, no qual as pessoas precisam se deslocar para assistir a um espetáculo. Nesse caso, é a cia. que vai à população, apresentando suas peças criadas especialmente para o público infanto-juvenil, mas que também são prestigiadas pela plateia espontânea, de todas as idades, que surge em cada município.

Em maio, com o patrocínio da RodoNorte, a cia. BuZum! prepara-se para chegar no interior do Paraná com o espetáculo “Curumim”. As apresentações acontecerão em Piraí do Sul, nos dias 21 (terça-feira) e 22 (quarta-feira), Castro, no dia 23 (quinta-feira) e 24 (sexta-feira) e Balsa Nova, no dia 27 (segunda-feira) e 28 (terça-feira). Serão sete sessões diárias, com horários às 9h, 9h40, 10h20, 11h, 13h30, 14h10 e às 14h50.

Espetáculo “Curumim”

O espetáculo “Curumim” é uma homenagem à cultura indígena, aos costumes desse povo e à relação deles com a fauna e flora regional brasileira. Segundo as crenças, tanto as plantas como os animais possuem os seus protetores que inspiram a todos. “Nós escolhemos contar uma das inúmeras histórias indígenas, a ‘Origem da Mandioca’, essa raiz brasileira, tão presente na nossa culinária e cultivada pela primeira vez pelos povos indígenas”, explica Mariane Gutierrez, Diretora de Produção do BuZum!

A história, que é encenada por divertidos atores, conta que há muitos anos existia uma aldeia dentro de uma floresta. Todos viviam em perfeita harmonia. Um belo dia nasceu Mani, uma menina bem branquinha, muito diferente de todos os curumins da aldeia. Algum tempo depois, a aldeia passou por um momento de escassez de comida e todos passaram fome. Os peixes sumiram e as árvores pararam de dar frutos. E de repente, sem que houvesse alguma explicação, Mani deixou de viver.

Posteriormente, de dentro da oca onde morava, nasceu uma planta muito diferente, que tinha uma raiz branquinha por dentro, como Mani. Deram então o nome de MANI OCA, MANDIOCA, essa raiz tão poderosa, que foi capaz de saciar a fome de todos da aldeia.

O ônibus ficará estacionado na área externa do Ginásio de Esportes Samuel Milléo, durante esses dois dias. As peças de teatro são feitas especialmente para as crianças do Ensino Infantil e Fundamental I.


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