CRAS promove Festa Julina do Grupo de Idosas Conviver


A festa acontece anualmente e é muito esperada por todas as 40 idosas que participam do grupo. Ao todo, participaram, aproximadamente, 70 pessoas da festa que teve bailão, comidas típicas e cabriúva.

Os meses de Junho e Julho, em Piraí do Sul, são sempre marcados de muito pinhão, cabriúva e festa. Nesta última quinta-feira, 11, aconteceu a festa julina anual do Grupo Conviver, que é o grupo de idosas do Centro de Referência de Assistência Social – CRAS.

O grupo de idosas faz parte do Grupo de Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo, que acontece no CRAS toda quinta-feira, nesses encontros são realizados eventos ou atividades como artesanato, oficinas e conversas, além dos passeios que as idosas costumam fazer. O objetivo do grupo, de acordo com a coordenadora do CRAS, Jorgina Teixeira Bueno, é fazer com as idosas saiam do isolamento social. “Promovemos esse grupo para isso, tirar nossas idosas do risco social e trazê-las para cá, para interagir, brincar, dançar, conversar. No momento, temos umas 40 idosas participantes”, esclarece.

Jorgina destacou o quanto as idosas esperam por esse momento da festa julina, que foi organizado com muito carinho para elas. Participaram da comemoração, aproximadamente, 70 pessoas. O evento durou toda a tarde e contou com a participação de Rogerio Godoy, que ficou responsável pelo bailão. Teve também a quadrilha apresentada pelas idosas, muita comida típica de festas juninas, e claro, muita cabriúva sem álcool.

Dona Maria de Jesus Ferreira da Silva, diz que faz parte do Grupo Conviver à 12 anos e ajuda a coordena-lo, segundo ela, todos gostam quando eventos como esse são realizados. “O evento foi maravilhoso, a alimentação foi farta, muitas pessoas estão presentes aqui, contamos com a presença do Prefeito, e estamos muito felizes. Gosto muito das amigas que fiz aqui e que todas as pessoas que estão presentes aqui sejam abençoadas por Deus.”, finaliza dona Maria.

Sobre o Grupo Conviver – O Grupo é destinado, especialmente, para aquelas idosas que estão em risco social, apesar disso, segundo Jorgina, elas estão sempre acolhendo novas participantes.

“Fazemos um parecer social de cada uma e as acolhemos aqui, não é para todos, é restrito para realmente quem está em risco”, diz Jorgina.

A coordenadora também esclarece que algumas chegam por demanda espontânea das próprias idosas, ou por busca do CRAS. Tem atendimento com psicólogos e técnicos de enfermagem. As idosas também saem, fazem viagens e visitas a outros CRAS que tem grupo de idosos.

 


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